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A importância da Educação Inclusiva

24 de novembro de 2015

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O processo educacional é uma fase fundamental na vida de todo o indivíduo, e que certamente irá refletir no seu comportamento futuro. Essa fase é caracterizada pelo primeiro contato social depois da família, e por isso, é tão importante no que diz respeito à formação do caráter desses indivíduos ainda na infância. No ambiente escolar, aprendemos a lidar com as dificuldades, obstáculos, limitações e diferenças.

Nunca se falou tanto como atualmente sobre a Educação Inclusiva nas escolas, entretanto, educar para uma sociedade inclusiva pressupõe compreender toda uma complexa realidade presente nas salas de aula. Educar para a inclusão, significa afirmar e garantir que todos têm o direito de estudar em uma escola regular onde terão a mesma oportunidade de acesso, permanência e aproveitamento do que é ministrado em sala de aula, independentemente de qualquer característica específica e peculiaridades que o aluno possua. O que inclui tanto as deficiências físicas, como as cognitivas. [tweetable alt=””]A educação inclusiva como um todo, deve compreender e aceitar o outro na sua singularidade.[/tweetable]

Contudo, o processo de inclusão implica em uma série de mudanças na escola, tanto físicas quando referentes à adaptação da infraestrutura e equipamentos, como didático-pedagógicas pela parte dos educadores. Muitos educadores se sentem ainda despreparados quando se vêm diante da situação de trabalhar com alunos que possuam algum tipo de deficiência. O medo do diferente e a incerteza quanto ao aprendizado de um aluno com necessidades especiais, impossibilitam o avanço de práticas de aprendizagens relevantes.

De fato, incluir não significa apenas inserir o educando que possua alguma necessidade especial no ensino regular, sem o devido acompanhamento específico. Do outro lado, os educadores também necessitam de suporte técnico e acompanhamento pedagógico para reavaliarem suas práticas, bem como aprender novas técnicas, visando sempre o maior aproveitamento em sala de aula. Tal empreitada não se constitui em uma tarefa fácil, mas exige principalmente dos/as educadores formação, pesquisa e experiência.

O respeito ao tempo e ao ritmo de cada aluno, às diferenças nos processos de assimilação e desenvolvimento cognitivo, a adoção de interpretes de libras, impressão de materiais em Braille, construção de rampas de acesso destinadas aos portadores de necessidades especiais, bem como, a estruturação detalhada do plano de ensino e a utilização de ferrramentas de carácter mais lúdico do que os meios tradicionais, para os portadores de limitações cognitivas, são algumas das principais características de uma escola inclusiva.

Ainda estamos no caminho para obter escolas inclusivas ideais, mas sabemos que para remover as barreiras da aprendizagem, é preciso sacudir as estruturas sobre as quais as escolas tradicionais estão assentadas. Essa tarefa exige tempo e muita dedicação por parte dos governantes, da escola, e também da comunidade onde a instituição está inserida.

A escola inclusiva aberta à riqueza da diversidade e consciente de suas funções sociais e políticas, se torna o espaço capaz de promover profundas e intensas mudanças sociais, desde que alicerçada em princípios que visem uma educação digna, igualitária e de qualidade para todos.

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