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Descubra a importância de dominar o português para o seu sucesso profissional

14 de junho de 2016

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Independente da área de atuação, possuir um português correto é um fator distintivo de sucesso para profissionais em busca de ascensão na carreira. Quem investe nessa questão, não só mantém uma ótima imagem profissional como, também, torna mais fácil o desempenho das suas tarefas.

Durante o processo de seleção, muitas empresas podem pedir que os candidatos façam uma redação, que servirá tanto para conhecer as características da pessoa quanto a maneira como ela utiliza o português.

Vamos te dar algumas dicas dos erros mais cometidos e como você pode evitá-los:

Uso da crase: Quem nunca ficou em dúvida sobre o uso da crase que atire a primeira pedra. Mas você sabia que nem é tão difícil assim? O problema é que na escola muitos de nós apenas decoramos alguma situações em que o uso da crase é proibido, sem compreender o funcionamento desse fenômeno responsável por fundir uma preposição a um artigo. A crase é isso, a fusão de dois ‘’as’’. Eu fui á festa: Quem vai, vai a algum lugar, portanto, a preposição ‘’a’’ é exigida. O substantivo ‘’festa’’, por sua vez, exige o uso do artigo (a festa), portanto, emprega-se a crase nessa situação.

Emprego da vírgula: Outra dúvida cruel. Saber como e quando usar a vírgula deixa qualquer pessoa com uma pulga atrás da orelha. Além de prejudicar a pontuação do texto, a omissão ou o uso inadequado de uma vírgula podem causar prejuízos de sentido irreparáveis! Compreender um texto mal pontuado é uma das tarefas mais difíceis para um leitor. Esse problema pode ser sanado com uma leitura cuidadosa do texto – coisa que muitas pessoas não fazem – já que ao ler com cautela e em voz alta, você poderá perceber a necessidade de se empregar uma vírgula. Outra dica importante é saber os casos em que a vírgula é obrigatória: emprega-se a vírgula na existência de um vocativo, de um aposto explicativo e quando o predicativo está deslocado na frase.

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Mas e mais: São palavras parecidas, mas não se enganem, elas não têm qualquer tipo de parentesco. São usadas em situações bem distintas, mesmo porque cada uma delas apresenta uma função na gramática da língua portuguesa: “Mas”, sem o “i”, é uma conjunção adversativa e deve ser usada quando houver relação de oposição e contrariedade. “Mais” é um advérbio de intensidade, indicando frequência ou quantidade. Gostaríamos de descansar um pouco mais, mas é hora de voltar à rotina de trabalho.

Aonde e Onde: Nesse caso, a semelhança não é mera coincidência, já que ambos são advérbios utilizados para indicar lugares. Contudo, “aonde” (preposição a + onde) deve ser empregado junto aos verbos que pedem a preposição e em orações que sugerem movimento: Aonde você vai a esta hora? A palavra “onde” está relacionada com as situações nas quais está expressa uma ideia de lugar fixo, em que os verbos não indicam movimento: Não sei onde ele mora.

Palavras parônimas: Elas têm a mesma estrutura fonológica, os mesmos fonemas, a mesma acentuação, mas não têm o mesmo significado. Sua identificação será possível através do contexto no qual estarão inseridas.- Ele suou frio quando o sinal para o início do jogo soou.

Verbo ‘’haver’’: Muitas vezes o verbo “haver” é preterido e, em seu lugar, empregamos o verbo “ter”. Não tenha medo de usá-lo, pois ele combina perfeitamente com os textos mais formais. Muitas pessoas confundem o verbo “haver” com a expressão “a ver”, mas vamos combinar: uma coisa não tem nada a ver com a outra! Se ficar em dúvida, faça o teste: Substitua o “haver” pelo “ter”, se funcionar, sinal de que você acertou em cheio.

Para mim ou para eu?: Nossa última dica diz respeito a uma dúvida que atinge a fala e a escrita. –Empregue o “para mim” quando o “mim” não exercer função de sujeito antes de um verbo que indique ação–, pois, nesse caso, o termo apropriado é “para eu”: Minha mãe trouxe livros de presente para mim. Será que esses livros são para eu estudar?

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Fonte: Brasil Escola

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