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Estudo mostra que mercado de trabalho está cada vez mais exigente

24 de fevereiro de 2014

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Estudo mostra que mercado de trabalho está cada vez mais exigenteHá muito já se sabe que, sem alto nível de qualificação, é muito difícil conquistar um bom emprego. Mas, esta constatação já não se apoia mais apenas na percepção dos jovens com baixo grau de escolarização. Dados recentes mostram que o rigor de quem contrata atinge também aqueles que imaginam ter uma formação capaz de abrir caminho para a sua empregabilidade.

O Sistema da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) realizou um estudo recente com o objetivo de Identificar perspectivas do mercado de trabalho, no que tange à contratação e requisitos de formação educacional para carreiras em empresas brasileiras, para o horizonte de 2020. Outra proposta da pesquisa era a de fornecer para estudantes, trabalhadores, empresas, instituições de ensino e governos um referencial estratégico para pautar investimentos pessoais ou em políticas públicas, no que se relaciona à formação profissional.

Entre as conclusões do estudo, é possível destacar duas. A primeira, que é uma boa notícia, é de que, nas empresas de grande porte, a expectativa é de geração de empregos. Ou seja, a tendência é que, de maneira geral, o problema não seja a falta de vagas. Mas, para ocupá-las — e aí entra outra constatação fundamental da pesquisa — a exigência quanto à formação acadêmica tende a ser cada vez maior.

De acordo com o estudo, em busca de maior competitividade no mercado, as empresas, de maneira geral, têm apresentado um grau de exigência cada vez mais alto no tocante à formação dos profissionais. Na área de gestão, segundo o estudo, será muito difícil se empregar sem pelo menos um curso superior. Em atividades ligadas à produção, a tendência é que pessoas que não tenham curso técnico sejam preteridas. Nestes dois segmentos de atuação, para quem deseja assumir cargos de gerência e diretoria, será difícil obter uma colocação destas sem ter, no currículo, pelo menos uma pós-graduação.

Segundo a gerente de pesquisas do Sistema Firjan, Hilda Alves, a pesquisa reflete a dinâmica do mercado atual. Em decorrência da competição cada vez maior com empresas estrangeiras, o setor produtivo brasileiro, em especial o da Indústria, ao qual a pesquisa se refere. “De maneira geral, as empresas estão exigindo um grau de escolaridade sempre maior que o pré-requisito mínimo da profissão. E isto vale para todos cargos e níveis de escolaridade”, destaca a gerente de pesquisas do Sistema Firjan.

Tendência positiva

Comprando-se os resultados da pesquisa da Firjan com perspectivas para 2015 (feita em 2007) e para 2020 (a mais recente), um dos dados que chamam a atenção é o quanto o mercado tem buscado valorizar cursos de pós-graduação stricto-sensu.

Nos cargos de gerência e direção, tanto no segmento de gestão como no de produção, a procura por profissionais com esta formação cresceu de forma significativa, tendência que se verificou, mas de forma menos acentuadas, no tocante aos cursos de especialização e aos MBAs, para a área de Gestão (na de Produção, chegou a haver queda neste quesito). Para Hilda Alves, este movimento tem gerado um desdobramento no próprio meio acadêmico, de criar cursos com maior foco no mercado de trabalho.

“Temos visto que as instituições estão muito preocupadas em formar profissionais para o mercado do que para a Academia. Hoje, vejo este movimento das universidades em se adequar a esta tendência. Tanto que, atualmente, são cada vez mais comuns os mestrados executivos”, ressalta Hilda Alves, lembrando que outro movimento importante, embora ainda incipiente, é o fato de muitas empresas flexibilizarem a jornada de profissionais para que possam fazer cursos de mestrado e doutorado, que exigem uma dedicação maior.

A partir do estudo feito pelo Sistema Firjan, foi criado um Índice de Perspectivas Profissionais (IPP). O indicador mostra, para as diversas profissões analisadas na pesquisa, o cenário para contratações. Ele varia de -1 a 1 e quanto maior o dado, maiores as possibilidades de um profissional da respectiva atividade conseguir um emprego.

Entre as 246 profissões consultadas, o IPP médio foi de 0,56, o que evidencia a tendência de expansão do mercado de trabalho, de maneira geral. A fundação com maior índice foi a de supervisores de produção em indústrias de transformação de plástico, um cargo que costuma exigir ensino técnico, com 0,83. Entre as que exigem nível superior, destaque para engenheiro de petróleo, com IPP 0,78.

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Fonte: Folha Dirigida

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