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Gamificação abre novas oportunidades no mercado de trabalho

28 de janeiro de 2015

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Imagine a cena: um jovem olha fixamente para seu computador, franze a testa em sinal de tensão e vibra a cada ponto conquistado. Poderia ser um jogador numa lan house, mas é um estudante de Administração, durante uma aula sobre marcas e patentes. Após estudar o tema, o aluno é convidado a testar seus conhecimentos numa simulação virtual de compra e venda de patentes. A cada bom investimento, ele ganha pontos e sobe no ranking. Esse é um exemplo de gamificação, estratégia de uso de design e interatividade dos jogos na educação, que vem ganhando espaço nos cursos à distância.

Para a educadora e especialista em Multimídia em Negócios e Educação, Paula Carolei, “alguns acham que gamificação é uma forma de distrair o aluno para ele não perceber que está aprendendo. Mas é o contrário: a ideia é, através do desafio, torná-lo mais consciente do processo de aprendizagem”, explica e completa “qualquer professor pode traduzir recursos didáticos na forma de games. Basta mudar a forma de pensar”.

A gamificação trabalha com três princípios básicos: agência (instigar o estudante a ser ativo), imersão (fazer com que o aluno acredite que está dentro da história, do contexto ou do desafio) e diversão (tirá-lo do lugar comum, da monotonia cotidiana).

Desenvolver jogos de plataforma com viés educativo é um processo caro, que exige, além de educadores, uma equipe composta por programadores e designers instrucionais, entre outros profissionais. Mas é possível alcançar os objetivos propostos pela gamificação sem precisar investir tanto dinheiro, desde que se respeitem os princípios.

Para Paula, existem professores que acham que basta colocar um ranking ou sistema de pontuação. Não é isso. “A forma de se apresentar o conteúdo precisa ser totalmente diferente. Ele deve possibilitar trilhas, opções, e não uma sequência única. Muito se tem falado, mas poucos fazem uma gamificação completa. Essa banalização faz com que não se tire todo o proveito que a gamificação oferece”, pondera.

Desenvolver um simulador virtual pode evitar gastos muito maiores. Um estudante de Engenharia de Petróleo que treine virtualmente a operação de equipamentos de uma plataforma, por exemplo, evita o mau uso e, a longo prazo, barateia os custos de manutenção. A ferramenta vem ganhando espaço na educação à distância.

De acordo com Stavros Xanthopoylos, vice-presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed), “um estudante pode treinar como soldar metais, de forma exaustiva, sem correr nenhum risco de acidente. Os simuladores são os grandes pilares que existem de tecnologia aplicada aos processos pedagógicos”, relata.

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Fonte: Extra

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