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Governo investe em parques eólicos e demanda por profissionais aumenta

7 de julho de 2014

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 557 milhões para a construção de sete parques eólicos (geração de energia a partir dos ventos) no Ceará e no Rio Grande do Sul, totalizando capacidade instalada de 195,6 megawatts (MW).

Quatro parques, com capacidade de 120 MW,  serão implantados no município gaúcho de Palmares do Sul  pela CPFL Energias Renováveis. Os demais, que integram o Complexo Amontada, situado a 168 quilômetros da capital do Ceará, terão capacidade de 76 MW e serão controlados pela empresa Brise Energias Renováveis, do grupo Queiroz Galvão. A previsão é que os sete parques comecem a operar ainda este ano.

Segundo o BNDES, as obras deverão gerar em torno de 2,6 mil empregos diretos e indiretos. Os recursos liberados pelo banco para projetos do setor eólico subiram  de R$ 2,2 bilhões, em 2011,  para R$ 4,3 bilhões, no ano passado. Esse valor superou em 27% os desembolsos do BNDES para a geração eólica em 2012.

Profissionais

De acordo com o Marcello Coelho, analista de Desenvolvimento Industrial do SENAI, a falta de mão de obra qualificada é um grande obstáculo para o crescimento do setor. Estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indicam que a energia eólica representará 7% da energia gerada no Brasil em 2020. “Investidores e governos dos estados com grande potencial de geração de energia eólica têm procurado o SENAI para intensificar a formação de profissionais para o segmento. Com esse projeto, vamos atender a essa demanda”, explica Coelho.

Alta demanda

Até 2015 o Brasil deve gerar 7,2 gigawatts de energia eólica, o que representa 1% da energia gerada no aís por fontes renováveis. Para isso, está prevista a construção de mais de 200 parques eólicos em 10 estados.

Conforme Daniel Faro, supervisor técnico da área eólica do Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis do SENAI no Rio Grande Norte, o setor vai demandar para os próximos três anos cerca de 40 mil profissionais, tanto para instalação quanto para operação e manutenção de parques eólicos.

“Serão necessários desde auxiliares de construção civil, mestres de obras até engenheiros”, destaca Faro. Segundo ele, os salários devem variar em torno de R$ 700 para profissionais de base, como auxiliares de construção civil, e podem chegar a R$ 12 mil para engenheiros.

Marcello Coelho explica que boa parte dos profissionais do setor é formada em cursos genéricos, como o de construção civil. Por isso, assinala a importância dos cursos de especialização para o setor. “Com cursos de espacialização, o profissional estará apto a planejar, acompanhar e executar a instalação dos aerogeradores, avaliar riscos, interpretar manuais e procedimentos, reparar sistemas e componentes dos equipamentos, controlar estoques de peças, elaborar relatórios de manutenção, entre outras atividades”, justifica.

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Fonte: Agência Brasil

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