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Infelicidade no trabalho: o que fazer?

10 de maio de 2017

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Há muitas possíveis razões para que você se sinta infeliz no trabalho: baixo salário, problemas com a chefia ou com os colegas, descontentamento com a função desempenhada ou mesmo com a profissão como um todo, desaprovação com a cultura e valores organizacionais da empresa, e outros.

Sendo qualquer uma delas, qual atitude tomar? Sabemos que em alguns casos, uma simples conversa como a sua chefia pode mudar bastante a sua percepção sobre o local em que trabalha. Na maioria das vezes, os problemas surgem da falta de comunicação e esclarecimentos sobre “mal ditos”. Por isso, se acredita que as suas queixas permitem soluções, explore este caminho. O diálogo pode exercer grandes mudanças no seu dia a dia.

Em outros casos, a única saída pode ser mesmo a demissão. No entanto, antes de tratarmos o assunto, para qualquer insatisfação que esteja vivendo, te proponho: se autoavalie.

É a primeira vez que se sente insatisfeito em relação ao trabalho ou sempre foi assim? O tipo de problema enfrentado hoje já ocorreu antes? O quanto você se dedicou para mudar a situação em que está hoje? O que almeja está ao seu alcance? Você tem qualificação o suficiente para aquele emprego que tanto deseja? Você sabe o que o incomoda, mas em que você pode estar incomodando os outros? Qual é a sua responsabilidade sobre a infelicidade que sente?

Essas são apenas algumas perguntas, que podem se desmembrar em várias outras, e que podem te conectar melhor consigo. E aqui fica uma dica, não importa o seu grau de insatisfação, empenhe-se para dar o seu melhor onde quer que esteja.

Você já pode estar mandando o seu currículo para outros lugares, talvez já se sinta com um pé fora do seu atual emprego. Mas, em período de crise, essa transição pode demorar mais que o esperado e não é responsável, nem saudável, nem inteligente que você descuide de suas funções. Não apenas isso, você não deve repousar jamais no automático.

Pense assim: uma vez que não se dedica mais, está se perdendo como profissional e também como pessoa. Além de, claro, descumprindo com o seu compromisso com a empresa que te contratou. E o seu principal fator de desmotivação será você mesmo. Do contrário, com o seu melhor, se manterá conectado, conservará sua reputação na empresa, não sendo prejudicado em futuras vagas, e poderá, em entrevista futura, se apresentar com muito mais confiança e repertório sobre tudo o que é capaz de fazer.

Em resumo, permitir-se viver infeliz no trabalho é viver em escapismo. É viver o plano do futuro, enquanto se foge do presente. E isso fará mal tanto para a empresa em que está, quanto para o seu bem-estar, com prejuízos que podem ser irreparáveis.

Assuma o controle da sua vida, encare o momento presente e faça o que for possível para mudar o necessário.

Construa o seu caminho 🙂

Importante: o conteúdo atém-se a problemáticas simples e comuns do ambiente de trabalho. Casos de assédio moral, ou outros nesse nível, são sérios e não devem ser aceitos.

 

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