Opa, pensando em se especializar?
Conheça os nossos mais de 900 cursos de Pós-Graduação EAD.

Conheça os cursos
Fale com um consultor

Inteligência emocional x inteligência racional

13 de setembro de 2017

Compartilhe esta notícia:

Quando dizemos ou reconhecemos que alguém é inteligente estamos, normalmente, reconhecendo a inteligência racional que traduz resultados tangíveis, mensuráveis e, na maior parte das vezes, serve de base para tomada de decisão.

No entanto, embora muitas vezes desconhecida ou menosprezada, a inteligência emocional é o que permite manter um equilíbrio saudável em tudo aquilo que fazemos na nossa vida. Confira como os termos surgiram!

Inteligência racional

Em 1905, os franceses Alfred Binet e Theodore Simon desenvolveram uma ferramenta que tinha como objetivo identificar, dentre estudantes, quais alunos estavam mais defasados em relação à aprendizagem. Através da aplicação de trabalhos com diferentes níveis de complexidade e com foco na capacidade de solucionar questões envolvendo lógica, este método foi o precursor do chamado Q.I., ou quociente de inteligência.

Em 1912, William Stern propôs o termo Q.I. para definir a razão entre a idade cronológica da criança (a idade real, em anos) e sua idade mental, ou seja, sua capacidade de solucionar questões lógicas. Se a capacidade estivesse acima do normal para a idade cronológica correspondente, a criança era considerada precoce. Se estivesse abaixo, sinalizava um retardamento no aprendizado.

O QI continua sendo uma forma de avaliar a inteligência humana, mas passou a ser criticado por considerar apenas alguns aspectos da inteligência, principalmente aqueles ligados a pensamentos lógicos, matemáticos e analíticos. Com a evolução da ciência, o conceito de inteligência também mudou, surgindo a chamada inteligência emocional.

Inteligência Emocional

A primeira menção ao termo inteligência emocional foi feita por Wayne Payne em sua tese de doutorado, em 1985. Entretanto, Charles Darwin já havia abordado o conceito em sua obra, quando fala da importância da expressão emocional para a sobrevivência e a adaptação.

Mas foi em 1995, quando o psicólogo e PhD Daniel Goleman lançou o livro “Inteligência Emocional”, que o tema atraiu o interesse da mídia e passou a ser amplamente divulgado nos meios de comunicação.

Goleman partiu de uma pesquisa científica para afirmar que o controle das emoções contribui de forma essencial para o desenvolvimento da inteligência do indivíduo. Sua tese revela de qual forma a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode dificultar nossa vida.

Goleman define inteligência emocional como:

“…capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.“ (Goleman, 1998)

Segundo o psicólogo, são muitos os indícios que atestam que pessoas emocionalmente competentes, que conhecem e lidam bem com os próprios sentimentos e com os de outras pessoas, têm vantagens em qualquer campo da vida pessoal e profissional. Indivíduos com prática emocional desenvolvida têm mais probabilidade de sentirem-se satisfeitos e, consequentemente, serem eficientes. Aqueles que não conseguem exercer controle sobre sua vida emocional travam batalhas internas que sabotam sua capacidade de se concentrar no trabalho e pensar com clareza.

Então, quando é mais interessante utilizar uma inteligência ou outra?

A inteligência racional é indispensável para problemas que dependam de uma solução lógica e quantitativa. Por outro lado, para problemas cuja solução dependa da capacidade de se relacionar e manifestar emoções e sentimentos, a inteligência emocional é o que te distinguirá. Para a carreira, acredite, a inteligência emocional tende a ser o principal fator de contratação e de estabilidade de um profissional em uma empresa. É o que garante bom relacionamento entre os colaboradores, facilidade em ouvir críticas e aprender com elas, além de disciplina, responsabilidade e comprometimento.

TEXTO: Com informações de LCM Treinamento

LEIA TAMBÉM:

Inteligência emocional: as 10 características do excelente profissional

 

 

Compartilhe esta notícia:

Precisa de mais informações?

Preencha seus dados que um consultor irá entrar em contato com você

Assine nossa newsletter

Junte-se às mais de 80 mil pessoas que receberam nossas novidade sobre pós-graduação a distância por email.