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Profissionais especializados ganham mais na área de Engenharia

19 de setembro de 2014

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De um lado o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta e projeta escassez de engenheiros (sobretudo civis) até 2020. Do outro, recém-formados relatam dificuldade em encontrar o primeiro emprego efetivo com o título de profissional da engenharia.

Flávio Pavan, gerente de projetos e pesquisa da Carreira Muller, consultoria que faz semestralmente levantamento de remuneração de engenheiros em todo Brasil, explica o aparente paradoxo.

Como o piso salarial da categoria é estabelecido por lei federal (4.950-A/66) e fiscalizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) com amparo dos sindicatos da categoria, o recém- formado acaba saindo “caro” para as empresas, tendo em vista o risco da sua “inexperiência”.

Atualmente, o piso é de 6 salários mínimos para jornada de 6 horas, sendo que cada hora adicional a estas 6 horas vale 25% a mais. Assim, engenheiros com jornada de 8 horas diárias devem receber 8,5 salários mínimos por mês, ou seja, 6.154 reais.

“Em vez de contratar, pagando o piso fiscalizado pelo CREA, um recém-formado que ainda não ganhou toda a experiência que precisa para tomar decisões técnicas, as empresas optam por buscar no mercado profissionais mais maduros e com especialização e contratá-los por 8 mil reais, por exemplo”, disse.

O piso reajustado pelo valor do salário mínimo, aliás, é um dos fatores que respondem pela valorização dos engenheiros no Brasil. O outro é o aquecimento e o fato de que engenheiros caíram nas graças do mercado, segundo o gerente da Carreira Muller.

“Muitas empresas estão preferindo contratar engenheiros especialistas para desempenhar funções antes exercidas por profissionais de outra formação”, diz Pavan.

O levantamento, com base nas informações de 170 empresas e 313 unidades, traz os salários praticados na folha de pagamento dos engenheiros, contratados em regime de CLT.

Por isso, segundo Pavan, existem valores abaixo do piso, no que diz respeito a engenheiros de nível júnior. “Esta é a realidade da folha de pagamento”, diz. Segundo a pesquisa, são 63% as empresas que afirmaram seguir o piso fiscalizado pelo CREA.

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