Setor de Biotecnologia apresenta maior potencial inovador, aponta especialista

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Setor de Biotecnologia apresenta maior potencial inovador, aponta especialista

20 de maio de 2013

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Setor de Biotecnologia apresenta maior potencial inovador, aponta especialistaSegundo avaliação do professor de Engenharia de Produção da Coordenação de Programas de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Marcos Cavalcanti, o Brasil precisa investir no conhecimento. Para o professor é preciso foco no capital humano e na inovação. “O Brasil necessita, em primeiro lugar, identificar as áreas em que pode ser mais competitivo. A biotecnologia, por exemplo, apresenta esse potencial inovador”, explica Cavalcanti.

Em entrevista à Agência Brasil, Cavalcanti destacou a necessidade de o país ter uma estratégia de inovação que contemple o setor da biotecnologia de maneira eficaz. “Hoje, a gente pulveriza os poucos recursos que tem em inovação”, justifica o professor.

Para ele a biotecnologia é a principal área em que o Brasil tem de investir em inovação. A justificativa dada por Marcos é que o país tem a floresta com a maior biodiversidade do planeta, porém não há uma estratégia que seja voltada para o desenvolvimento sustentável e a exploração dos recursos genéticos existentes na região.

Biotecnologia

É a aplicação de conhecimentos químicos e biológicos e de novas tecnologias nas áreas da saúde, de alimentos, química e ambiental. O profissional de Biotecnologia é multidisciplinar, pois entende tanto de biologia quanto de química, física, estatística e informática. Em laboratório, ele estuda o melhoramento genético, a criação e o gerenciamento de novos produtos, que podem ser medicamentos, ingredientes para alimentos industriais ou até mesmo uma planta. Na área da microbiologia, estuda fungos, bactérias, vírus e protozoários e as moléstias que eles causam em plantas e no organismo do homem e de animais, além de pesquisar métodos de utilização desses microrganismos na produção de alimentos e bebidas, como laticínios, cerveja e vinho.

O especialista em imunologia emprega os microrganismos na produção de vacinas e medicamentos. Em indústrias alimentícias e farmacêuticas, cuida do controle do crescimento microbiano e da segurança e higiene no ambiente de trabalho, assim como controla a qualidade do produto final. Também atua em órgãos de controle ambiental, na avaliação e prevenção da contaminação da água e do solo. Com formação específica, trabalha como engenheiro, projetando, construindo e operando equipamentos que reproduzem, em escala industrial, processos que envolvam células vivas, empregados na fabricação de medicamentos, cosméticos, alimentos ou química em geral.

Mercado

Estimativas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) apontam que  a população mundial chegará a 9 bilhões até 2050. É preciso, segundo a entidade, aumentar a produção de alimentos em 70% para dar conta de tanta gente. E, para isso, aposta que somente com técnicas de biotecnologia será possível chegar a esse patamar de produção. Além do setor de alimentos, os mais aquecidos são os de biocombustíveis (bioetanol e biodiesel), medicamentos (vacinas e hemoderivados), melhoramento genético animal (bovino, caprino e ovino), meio ambiente e conservação de espécies (biorremediação, controle de poluentes e bioindicadores).

Atuação

Meio ambiente – Estudar processos biotecnológicos para a recuperação de solos e o aprimoramento da agricultura. Pesquisar a poluição e a contaminação do ar, da água e do solo por microrganismos.

Alimentos e bebidas – Acompanhar a produção de alimentos e bebidas que levem microrganismos em sua composição, como queijos e cervejas.

Saúde – Pesquisar o uso de microrganismos na produção de medicamentos e vacinas. Identificar micróbios causadores de doenças em laboratórios de análises clínicas e institutos de pesquisa. Atuar na prevenção, no controle e no combate a infecções hospitalares.

Agronegócios – Aprimorar técnicas de combate a pragas e doenças nas lavouras e nos rebanhos.

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Fonte: Agência Brasil

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