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Você conhece a geração Z?

11 de julho de 2017

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Eles, que em 2020 irão representar 20% da força de trabalho, os jovens da geração Z.  Novos objetivos de carreira, novas perspectivas do que é trabalho dão o ar da graça nos escritórios ao redor do mundo. Mas afinal, em que esses jovens se diferenciam de seus veteranos? Nascidos a partir de 1995, eles já nasceram conectados com o mundo digital e chegam ao mercado de trabalho esperando por um mundo semelhante ao seu, conectado, veloz, aberto ao diálogo e global.

Uma pesquisa realizada pela Robert Half com 770 jovens traz à luz algumas das descobertas sobre essa nova geração. Confira!

Sabem o que não querem

Hoje, os jovens não se submetem a condições de trabalho que não os satisfaçam. Diferentemente da geração X que aceita as normas de trabalho sem hesitar, e a geração Y, que finge que aceita, eles são questionadores e possuem bons argumentos. Segundo especialistas eles são bastante maduros, assertivos e vão ser os chefes da geração Y em poucos anos.

Mais importante que o dinheiro está a felicidade

Os nativos digitais são menos motivados por dinheiro que a geração Y e possuem maiores ambições empreendedoras. A proatividade com relação aos meios digitais também levam muitos a desejarem ter sua própria startup. “Eles não nasceram para serem empregados e sim para empreender e empregar. O trabalho para eles precisa ser uma extensão da casa. Essa geração vai nos ensinar a ter prazer com o trabalho”, explica Dado Scneider, doutor em comunicação. A estabilidade na empresa depende, no entanto, de um componente importante, o crescimento profissional. Em cinco anos, 32% dos jovens espera já estar gerenciando equipes. A aposentadoria aos 60 anos seria ideal para um terço dos jovens, mas apenas 17% acreditam que será possível.

Mais realistas

A maioria desses jovens (77%) acredita que terá que se esforçar mais do que as gerações anteriores para conquistar uma vida profissional satisfatória. Mas sem deixar de lado sua vida pessoal. 28% dos jovens acreditam que o ideal é manter equilíbrio entre essas duas áreas. Ao contrário da Geração Y que tem em mente o conceito ‘’work hard, play hard’’ – ou seja, se esforçar muito no trabalho para ganhar bem e ter tudo o que desejarem, gastando com audácia e poucos limites -, a geração Z prefere economizar. Esse comportamento pode ser explicado pelo fato de que a geração anterior cresceu em um momento de economia forte e a atual cresceu com o terrorismo, complexidade e volatilidade.

Chefes íntegros

Honestidade e integridade são as características mais buscadas nos chefes, segundo 38% dos jovens Z. A vontade de ensinar e de compartilhar experiências também é valorizada, 21% citam a capacidade de ser um bom mentor como essencial em um gestor.

 

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