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Você está sendo realista em sua busca por um emprego?

23 de março de 2017

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Imagine a seguinte situação:

Ao final de uma entrevista de emprego para um cargo de analista júnior, o recrutador pergunta ao candidato, um recém-formado sem experiência profissional e com notas medianas:

– Quanto você gostaria de ganhar para ocupar o cargo?

O candidato responde:

– Dependendo do pacote de benefícios, um salário de R$ 15.000,00 seria um bom começo.

O recrutador responde prontamente:

– Bem, que tal benefícios como: seis semanas de férias por ano, 14º e 15º salários, participação nos lucros, plano de saúde e odontológico completos estendidos para cônjuge e parentes de primeiro grau, plano de previdência privada, uma SUV importada para seu uso particular a cada dois anos, e jornada de 20 horas semanais?

O candidato pergunta eufórico:

– Você está brincando?

Ao que o recrutador reponde sarcástico:

– Foi você quem começou…

O fato hipotético acima serve para ilustrar uma realidade: a busca por um emprego, além de perseverança, requer uma boa dose de consciência quanto ao próprio potencial e empregabilidade por parte do profissional. Tanto recém-formados quanto profissionais com larga experiência, terão chances muito maiores de conquistar uma vaga se tiverem objetivos realistas.

Para ajudar você nesse exercício de autoanálise, trazemos hoje alguns exemplos de aspectos importantes para alinhar as suas expectativas.

Compensação

Você está pedindo demais ou “de menos” pelo cargo pretendido? Seria uma boa ideia checar os salários de cargos semelhantes para saber qual a média de rendimentos a ser esperada. Ser realista não quer dizer que você deva nivelar-se por baixo. No entanto, você deve ser razoável e procurar razões concretas pelas quais deveria estar entre os profissionais mais bem pagos no mercado.

Você vive das glórias do passado?

Outro aspecto importante é que ninguém liga para o que você fez nos anos 1990. Quando você se apresenta conclamando “20 anos de experiência exercendo determinada função”, além de correr o risco de sofrer preconceito em relação à sua idade, você pode estar dando a entender que não houve progressos durante todo esse tempo. Procure ter cuidado também para não exaltar apenas o que fez no início de sua carreira. Muitas pessoas insistem em incluir experiências profissionais de muito tempo atrás em seus currículos. Você já parou para pensar que talvez essas experiências não sejam mais relevantes por causa das mudanças nos processos que podem ter ocorrido desde então?

É um erro se prender a habilidades relevantes do passado, que muito provavelmente já foram suprimidas por novas tecnologias e métodos. Por outro lado, é imprescindível manter-se atualizado seja qual for a sua área de atuação.

Você está se candidatando para o cargo certo?

Uma das questões chave que recrutadores levam em consideração é se a posição está de acordo com o nível do profissional do candidato. Se você é recém graduado, por exemplo, é bem provável que ainda não esteja pronto para cargos de gerência cujos salários são bem maiores do que o de seu emprego atual.

É muito comum que profissionais queiram mudar de área. No entanto, se você busca um cargo em uma área diferente da sua, estará em posição de desvantagem em relação a outros candidatos que já atuam no mercado. Mesmo assim, muitas pessoas dão guinadas profissionais o tempo todo. Se você quer ser uma delas, procure se qualificar para isso. Caso contrário, a tendência é não ser bem-sucedido em sua nova empreitada.

Conclusão

Quando você é realista em relação a natureza e o nível do cargo que pretende ocupar, tem noção do salário que seria razoável para a sua qualificação e experiência e procura sempre se qualificar e atualizar, suas chances aumentarão consideravelmente.

* Texto adaptado de matéria veiculada pelo jornal U.S. News.

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